Arqueologia doméstica de afetos e ruínas
Arqueologia doméstica de afetos e ruínas é um conjunto de trabalhos que aborda as camadas afetivas da memória familiar e os limites entre o pessoal e o coletivo. A partir de registros fotográficos de quintais da minha família, desenvolvi pinturas em acrílica, xilogravuras sobre madeira reciclada e intervenções em lambe-lambe, deslocando narrativas do ambiente doméstico para o espaço público e propondo reflexões sobre memória, território e pertencimento, bem como sobre a possibilidade de reconexão a partir de experiências marcadas pela dor.
O conjunto começou a ser desenvolvido durante minha formação na Escola Guignard e teve seus primeiros desdobramentos apresentados na Mostra Habilitações Escola Guignard 2024, realizada no Palácio das Artes em 2025. Posteriormente, integrou a exposição Como nascem os relâmpagos? (Mama Cadela, 2025), que reuniu obras de Fhero, Line Lemos, Prisca, Ártemis Garrido e Gustavo Machado, com curadoria de Mariana Zani.

Como nascem os relâmpagos? (Mama Cadela, 2025)
Registros da exposição e das obras: Pablo Bernardes.

Mostra Habilitações Escola Guignard 2024 (Palácio das Artes, 2025)

Matriz perdida
2024
xilogravura em duas cores
17 x 14,5 cm









